Decorreu no dia 16abril2016 na Oficina Žylĕch a apresentação da obra-de-arte em Impronuncialismo de Pedro Manuel-Cardoso: “Post Screen Painting”. O IMPRONUNCIALISMO na Arte (cuja primeira obra com visibilidade pública ocorreu em 2012, na LxFactory em Lisboa com a Exposição designada: “17 Artefactos Impronunciáveis) sucede a: arte lítica, arte rupestre, românico, gótico, renascimento, barroco, rocócó, romantismo, impressionismo (1872), pós- e neo-impressionismo (1885), cubismo, futurismo, surrealismo, dadaísmo, suprematismo, expressionismo, expressionismo abstracto, video art, realismo, minimal art/minimalismo, neo-plasticismo, abstraction-création, espacialismo, nova escola de paris, arte cinética, grupo zero, diferentes perspetivas da figuração, figuração existencialista, presentness is grace, colour field, descolagismo, neo-realismo/nouveau-réalisme, neodadaísmo, pop art, arte conceptual/conceptualismo, arte naif, new media art, pintura sistémica, abstracionismo, pós-minimalismo, corpo revolucionado, support-surface e bmpt, land art, arte povera, reincidência do género, apropriacionismo, fotografia-arte alemã, realismo traumático, discursos-actos de alteridade, arte digital, arte atual, «art brut», «arte adventícia», «arte ansiosa», e ao energismo (Stefan R. Pansera, 2011). A “Post Screen Painting” não é captável pela “forma estética” (C. Bell); pela “expressão e sentimento estético” (R.G. Collingwood); pela “essência ou estrutura do invisível estético-artístico” (Nietzsche, Adorno, Heidegger, W. Benjamin, M. Mandelbaum, J. Lichtenstein); pela “utilidade e função” (Tolstoi); pela recusa de qualquer “essência” substituindo-a pelas “semelhanças de família” (Wittgenstein, Weitz); pelos “mundos-da-arte” e “contextos institucionais” (Beardsley, Dickie, Danto, Stolnitz, Goodman); não é uma obra de «transgressão sistemática das normas da Tradição ou do status quo»; nem «deve ser medida pelo grau de indignação do recetor/consumidor/destinatário»; e difere ainda das opiniões que acreditam que a Arte deve ser «um jogo de comunicação entre o autor e o recetor, e entre a coisa e a sociedade». A “Post Screen Painting” é uma obra-de-arte IMPRONUNCIÁVEL porque a sua intenção consciente e o seu trabalho consistem em transformar o «Ser do Sujeito que compreende e observa o mundo, a natureza» em obra-de-Arte. O IMPRONUNCIALISMO trabalha com Imagens Mentais Fabricadas Conscientemente. As interpretações e conceitos de Arte historicamente constituídos entram no modo consciente e intencional da “Post Screen Painting”. Cuja consequência é permitir apenas uma crítica em termos Axiológicos (consideração sobre o Valor da obra-de-arte para o receptor/visitante/sociedade) e Éticos (respeito pela idiossincrasia, singularidade e intenção do autor), e não releva a descrição da materialidade ou dos objetos/partes que compõem a obra-de-arte. Agradeço a Rolf Lake e à Oficina Žylĕch todo o apoio. Pedro Manuel-Cardoso |
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