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[Museum] IMPRONUNCIALISMO: Primeiro Congresso

To :   <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] IMPRONUNCIALISMO: Primeiro Congresso
From :   "PedroManuelCardoso" <mty@mail.tmn.pt>
Date :   Fri, 21 Apr 2017 01:01:52 +0100

 

 

impronuncialismo

 

 

I.º CONGRESSO DE IMPRONUNCIALISMO

 

May 20, 2017| Central Park | Manhattan | New York City

 

 

 

1. Porque, para o discernimento Humano, todas as Definições - na física, na química, na biologia, nas comunidades, em quaisquer filosofias - são sempre uma Localização?

 

2. Porque o Impronuncialismo é o mesmo Lugar onde Descartes criou o “Método para bem conduzir a Razão, e procurar a Verdade pela Ciência” na noite de 10 para 11 de novembro de 1619, passado a papel somente em 1637? E outros criaram as verdadeiras Obras?

 

3. Porque o Impronuncialismo é sempre o primeiro Fazer? E nunca o Fazer das cópias, isto é, o Fazer dos robots moleculares, ou dos «corpos-dos-fenotipos» vulgarmente designados por «corpo-dos-seres vivos»?

 

4. Porque o Impronuncialismo aceita as Coisas e os Fenómenos na singularidade indecomponível daquilo que as/os impulsiona, pressupondo que isso é uma entidade física e não metafísica, que está numa Escala que ainda não conseguimos alcançar por uma mera questão técnica?

 

5. Porque o Impronuncialismo não aceita as Coisas e os Fenómenos pelas «interpretações que atualmente fazemos deles/as», nem pelos «usos que atualmente lhes damos aqui-e-agora», nem aceita explicá-los pelas «atuais táticas conjunturais de Adaptação, e pelos respetivos morfismos e catástrofes topológicas (formas e morfologia)»?

 

6. Porque o Impronuncialismo exige uma Transformação naquilo que hoje designamos por «Ser-Humano»?

 

7. Porque as obras do Impronuncialismo são e não-são simultaneamente? São e não, no silêncio de si, apenas, uma singularidade indecomponível?

 

8. Porque as obras do Impronuncialismo estão aquém e para além da Evidência, e permanecerão para lá de cada fim individual ou coletivo? Antecedem o significado e a evolução da Diferença impossibilitando serem captados pelo pensamento?

 

9. Porque no Impronuncialismo aquilo que define ou representa as obras é sempre uma cópia, e uma ofensa que se lhes faz?

 

 

Referências:

 

DIRAC, P.A.M. (1929). “Quantum mechanics of many-electron systems”. Proc. Royal Soc. London, Series A, p.714.

EINSTEIN, A. (1917/1982), “Carta a Felix Klein em 1917”, CNRS, Paris.

FARADAY, M. (1850), “Experimental Researches in Electricity. Twenty-Fourth Series. On the Possible Relation of Gravity to Electricity”, Abstracts of the Papers Communicated to the Royal Society of London 5 [S.l.: s.n.] pp. 994–995.

FEFERMAN, S. (2006) “The nature and significance of Gödel's incompleteness theorems”. Institute for Advanced Study, 17 November 2006. Princeton University (USA).

JAKI, S.L. (1966), "The Relevance of Physics". University of Chicago Press: Chicago.

MANUEL-CARDOSO, Pedro (2011). “A Cultura perante o Património”. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa.

MANUEL-CARDOSO, Pedro (2012). “Manifesto Contra a Antropologia Silenciada”. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Lisboa.

MANUEL-CARDOSO, Pedro (2016) “Antropologia Hoje: O Corpo em Mutação”. Sociedade Portuguesa de Antropologia e de Etnologia (SPAE), 3dezembro2016, Fundação Engenheiro António de Almeida, Porto.

SHAPIN, Steven (1996), “The Scientific Revolution”. University of Chicago Press (ISBN 0226750213): Chicago (USA).

WEINBERG, Steven (1967-8/1993), “Teoria da Força Electrofraca”. Documentos sobre o Prémio Nobel de Física 1979.

 

 

Pedro Manuel-Cardoso

 

 

 

 


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