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Nem mais. Sem "nós" não existe "outro" - tanto quanto sem "outro" não existe "nós".
Para que ambos se afirmem é preciso que se conheçam. Quando a viagem, o turismo, o promovem são emancipadores. Quando o obliteram, seja pelo exagero da diferença, seja pelo exagero da diluição, são condenáveis.
Mas os viajantes, os turistas, são apenas os passageiros. Quem verdadeiramente importa confrontar é quem constrói e conduz os veículos. E estes, sim, se defeituosos e mal conduzidos, podem matar.
Citando PedroManuelCardoso <mty@mail.tmn.pt>:
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