Eis um desígnio para o qual vale a pena unir esforços, e arriscar o bem-estar. Para passar das intenções à prática é necessário não ter vergonha. Lá, onde tudo o que nos rodeia é outro tom, outra fala, e aos primeiros acordes há olhares de escárnio disfarçados em sorrisos. Não é fácil. É necessário coragem. Quem defende minorias arrisca-se a ser preso pela Democracia das maiorias. Não é para Todxs… De facto, trata-se da defesa da Singularidade particular de uma Cultura – cuja Comunidade ultrapassa muito a Portuguesa. Uma rede de ligações global muito para além do território português. Logo, trata-se da construção de uma Diversidade. Aquele tipo de Objeto e de Realidade que, por ser indecomponível, permite a plena abertura a todas as Interdependências. Paradoxalmente, por causa dessa propriedade de indissolubilidade. Se esta Utopia dos Professores Maria Antónia Lopes e José d'Encarnação, e de Outrxs, fosse possível, então, em termos evolutivos, concretamente da Continuidade dessa Singularidade, teria sido um feito quiçá «maior que os Descobrimentos». Será mesmo possível… haverá soldadxs disponíveis? Talvez …. começando por infectar com esse vírus, aqui, a WWW. Pedro Manuel-Cardoso |
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