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3 de junho, a
partir das 10h00
Arqueologia em Portugal: recuperar o passado em 2016
Conheça aqui
o programa.
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21 de junho, às
18h30
Inauguração da exposição "LOULÉ.
Territórios, Memórias e Identidades"
No dia 21 de junho os Museu Nacional de Arqueologia e Municipal de
Loulé inauguram a exposição que vai revelar aos visitantes
portugueses e internacionais os mais de sete mil anos de história do
território do concelho. LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidades
torna visível, para todo o país, a riqueza do património cultural do
maior concelho do Algarve, que é também o mais povoado e onde se
situam alguns dos melhores resorts turísticos da Europa.
LOULÉ.
Territórios, Memórias, Identidades é uma
iniciativa que nasce do protocolo entre a Câmara Municipal de Loulé e
a Direção-Geral do Património Cultural, celebrado a 8 de março de
2016 no Museu Nacional de Arqueologia, e que se inscreve na longa
tradição de cooperação deste museu com as autarquias, iniciada há
exatamente 20 anos. LOULÉ. Territórios, Memórias, Identidades
é mais uma exposição desta natureza a ocupar o Mosteiro dos
Jerónimos, em Lisboa, no ano em que também o Museu Municipal de Loulé
está a celebrar o seu 22.º aniversário.
LOULÉ.
Territórios, Memórias, Identidades é um
"Portugal em miniatura" que espelha a história de Portugal,
da Península Ibérica e da Europa. Um verdadeiro ponto de partida para
uma viagem obrigatória até Loulé para descobrir o concelho e os seus
tesouros mais bem guardados, como o Castelo de Salir, o Cerro da
Villa e o centro histórico da cidade.
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Nota: Informa-se que
as atividades que tenham lugar no Salão Nobre, Sala Bustorff ou em
outras salas do primeiro piso, não possuem acesso a pessoas com
mobilidade reduzida.
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Até 16 de
julho, em Parises (São Brás de Alportel)
Exposição "Quem nos Escreve desde a Serra"
A exposição itinerante "Quem nos Escreve desde a Serra",
dedicada à escrita do Sudoeste e à Idade do Ferro, continua o seu
périplo pelo Algarve depois de, em 2015, ter sido também
apresentada no MNA.
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Resultante
de uma colaboração da Câmara Municipal de Loulé com o Projeto
ESTELA, esta exposição tem a preocupação de dar a conhecer a
sociedade que habitou a serra do Algarve em meados do 1º milénio
a.C., através da sistematização da informação das estelas com
escrita do Sudoeste e da caracterização dos contextos, da cultura
material e do território.
Há ainda lugar
para a apresentação do projeto escultórico de Ângela Menezes e para
as abordagens contemporâneas de Menau, e da são-brasense Ana Isabel
Palma.
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Tesouros da
Arqueologia Portuguesa
Coleção de ourivesaria arcaica constituída por 1.500 peças, das
quais 600 se encontram expostas, fruto de aquisições e recolhas
avulsas. Da coleção de joalharia antiga destaca-se um conjunto de
ourivesaria pré-romana, um dos mais importantes em toda a Europa.
Este conjunto contribui decisivamente para que o MNA seja o museu
nacional com o maior número de bens classificados como "Bens
de Interesse Nacional".
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Antiguidades
Egípcias
Coleção constituída por mais de 500 peças das quais cerca de 300 se
encontram expostas. O acervo é o maior de Portugal e foi reunido
por José Leite de Vasconcelos e pela família real, tendo sido
também significativas as doações da família Palmela, Bustorff Silva
e Barros e Sá. As peças expostas encontram-se distribuídas de
acordo com um critério temático-cronológico desde a Pré-História à
Época Copta, abrangendo um período de mais de 5.000 anos.
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Religiões da
Lusitânia. Loquuntur Saxa
Retomando um tema e uma perspetiva de estudo muito cara a José
Leite de Vasconcelos, apresenta-se esta exposição que convida a
conhecer duas tradições religiosas, Hispania Aeterna
e Roma
Aeterna, que se mesclam por força da Pax Romana,
e que foram estudadas de forma exaustiva pelo eminente investigador
e fundador do museu, dando origem a uma importante obra cientifica
e literária comemorada nesta mostra expositiva.
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Lusitânia dos
Flávios: a propósito de Estácio e das Silvas
A partir de uma selecção de bens arqueológicos, tenta-se cruzar a
leitura dos cinco livros em verso, as Silvas de
Estácio (45-c.95), com os vestígios materiais recolhidos em
território nacional e que remetem para o tempo da Dinastia Flávia -
que agrupa Vespasiano, Tito e Domiciano -, e que reinou em Roma e
em todo o Império entre 69 e 96 d.C.
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Um Museu.
Tantas Coleções! Testemunhos da Escravatura. Memória Africana.
Inserida nas iniciativas da Câmara Municipal de Lisboa no âmbito do
evento Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de
Cultura 2017, o MNA apresenta uma exposição com elementos das suas
coleções de etnografia, de onde se destacam as duas coleiras de
escravo do séc. XVIII provenientes de Carvalhal de Óbidos, e que se
inserem no roteiro "Testemunhos da Escravatura. Memória
Africana", projeto do Gabinete de Estudos Olisiponenses e com
curadoria de Anabela Valente e Ana Cristina Leite.
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A Biblioteca
está aberta de segunda a sexta, entre as 10h00 e as 17h00.
Abre no primeiro sábado de cada mês, entre novembro e junho.
Estará aberta no dia: 3 de junho.
O seu catálogo bibliográfico encontra-se disponível na página
da rede de bibliotecas da DGPC e pode
contactar o serviço através do endereço de e-mail biblioteca@mnarqueologia.dgpc.pt.
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Tróia
Foi formalizado, no dia 10 de maio, o acordo entre a
Direção-Geral do Património Cultural e a Tróia Resort para a
constituição de um depósito de espólios arqueológicos em Tróia.
Na imagem (da esquerda para a direita): Dr. Pedro Capitão, Dr.
Pedro Reimão, Arquiteta Paula Araújo da Silva, Dr. António Carvalho
e Dra. Inês Vaz Pinto.
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Em Tróia teve
também lugar, no dia 24 de maio uma importante sessão de
trabalho, coordenada pela Secretária de Estado da Ciência,
Tecnologia e Ensino Superior, Professora Doutora Fernanda Rollo e
com a participação de uma delegação da Junta da Extremadura,
dirigida pela Secretaria Geral de Cultura, Miriam Cabezas.
Este encontro visa aprofundar a colaboração transfronteiriça entre
Portugal e Espanha, centrada na região do Alentejo - Extremadura,
com particular enfoque nos domínios da valorização do património,
nomeadamente arqueológico, considerando o território em que se
inscreve e os propósito das agendas de coesão territorial dos dois
países, elegendo como projeto-piloto as Redes de Cidades da
Lusitânia.
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Dia e Noite dos
Museus comemorados no MNA
O MNA voltou a comemorar o Dia Internacional dos Museus e a Noite
Europeia dos Museus, com variadas atividades dirigidas aos vários
tipos de públicos.
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Laboratório de
Conservação e Restauro do MNA
O Laboratório de Conservação e Restauro do MNA, sempre muito
dinâmico, tem trabalhado afincadamente na montagem da nova exposição
temporária do MNA, LOULÉ. Territórios, Memórias e
Identidades, realizando intervenções de
limpeza e conservação necessários sobre as peças a expôr.
Para além deste trabalho, continua a colaborar com instituições
académicas, tendo recebido, nos 10 e 17 de maio, 3 alunas da
Licenciatura em Conservação e Restauro da Faculdade de Ciências e
Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito de um trabalho
académico da disciplina de “Conservação preventiva”, que visa a
analisar as condições ambientais da Reserva Geral, identificando os
agentes de deterioração e propondo estratégias para controlar os
mesmos.
Já no dia 22 de maio, esteve no MNA uma equipa do Laboratório
HERCULES, dirigida pelo Professor António Candeias, com o objetivo de
analisar algumas peças - ânfora panatenaica e 3 máscaras funerárias
da coleção egípcia - para o desenvolvimento de dois estudos
distintos. O trabalho consistiu nas análises in situ
por EDXRF, recolha de micro amostras e fotogrametria.
Foi proposto que os resultados de ambos os trabalhos
sejam apresentados no próximo Dia do Investigador do MNA, a
realizar em 2018.
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