O erro técnico e científico que separou material de imaterial causa prejuízos que em breve se tornarão mais explícitos (tal como vimos demonstrando desde 1990). Nada mais criminoso (do ponto de vista patrimonial) do que negar à parte material a sua imaterialidade, e à parte imaterial a sua materialidade. Que tipo de razão e de discernimento justifica essa triste decisão? O que esteve por detrás dessa ignomínia? A atual mudança técnica e tecnológica nas sociedades humanas está a criar objetos/coisas que não se coadunam com essa ingénua e errada classificação entre material vs imaterial. Por causa desse erro está a perder-se Património. São coleções relevantes para a história humana que estão a passar ao lado da Responsabilidade pela Gestão do Património. Por exemplo, já se justifica um trabalho de patrimonização dos Algoritmos e Metadados. Muitos dos quais dominam e organizam parte da vida dos atuais seres-humanos. Pedro Manuel-Cardoso |
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