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Olá! É meu
privilégio informar que já se encontram disponíveis em linha mais dois números do
Ficheiro Epigráfico, suplemento da revista Conimbriga criado em 1982 e destinado a
dar a conhecer inscrições inéditas (sobretudo romanas) da Hispânia Romana. Completam-se,
assim, dez números neste ano de
2017, até à entrada em período de férias, com o que muito nos congratulamos, agradecendo,
de coração, a colaboração recebida dos autores e, de modo especial, do Dr. José
Luís Madeira, que com entusiasmo chamou a si a maquetização de cada um dos números
e a sua disponibilização na página do Instituto de Arqueologia da Faculdade de
Letras da Universidade de Coimbra. O
enlace é, pois, o seguinte: ·
FICHEIRO EPIGRÁFICO 153 - 2017 [ver/abrir] 611 - Estela de Iulia Marcella en
Salvatierra de Santiago, Cáceres (Conventus Emeritensis)
Julio Esteban Ortega 612 - Estela de Coria en Herguijuela, Cáceres (Conventus Emeritensis)
Julio Esteban Ortega 613 - Nuevas inscripciones de época romana: La Molina del
Portillo de Bustos, Burgos
Javier del Hoyo Calleja, Mariano Rodríguez Ceballos FICHEIRO EPIGRÁFICO 152 - 2017 [ver/abrir] 609 - Un singular grafito sobre sigillata hispánica hallado
en Los Bañales de Uncastillo, Zaragoza (Conventus Caesaraugustanus)
Javier Andreu Pintado, Inmaculada Delage González 610 - Estela funeraria de Puerto de Santa Cruz, Cáceres (Conventus
Emeritensis)
Julio Esteban Ortega, José Antonio Pajuelo Jiménez Estranhar-se-á,
porventura, não haver textos autores portugueses. Explico: os autores
portugueses têm outras prioridades e posso garantir que tenho em lista de
espera (dos autores) mais de 40 epígrafes, de Norte a Sul do País. Há que ter
paciência! Não é apenas Julio Esteban que encontra epígrafes romanas; outros as
encontram também; acontece, porém, que Julio Esteban (honra lhe seja feita!) não
tem medo de sujeitar a sua interpretação à discussão e apreciação dos seus
pares. Por outro
lado, o Ficheiro Epigráfico foi
criado para dar a conhecer – já se afirmou – epígrafes da Hispânia
romana, ou seja, também de Espanha; e, se calhar, também desse lado, haverá
algum receio em pôr o seu estudo à disposição numa publicação que não tem referees (aparentemente…) e, sobretudo,
que não tem cotação na bolsa das revistas «científicas». Foi uma opção que tomámos:
preferimos ser úteis e depressa a termos de nos sujeitar à obrigação de indicar,
de cada autor, o ORCID, a filiação científica (por enquanto, ainda se não pede
a filiação partidária, o número de contribuinte, o grupo sanguíneo nem a orientação
sexual!...). Um bom
Verão para todos! José d’Encarnação |
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