Esta semana o «KNect365 – Bioprocessing & Regenerative Medicine» (Boston, MA, USA) deu-nos o prazer de se juntar ao Debate sobre o “Impronuncialismo”, e à Discussão sobre a existência concreta de um «corpo-do-ser-humano» na escala de Planck, diferente do corpo anatómico e biomolecular que vulgarmente se designa por «corpo humano». Questão que apresentámos na Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia (SPAE), em 3dez2016, na Fundação Engenheiro António de Almeida. A conexão interdisciplinar com instituições de prestígio científico mostra a pertinência desse Debate que iniciámos, e que nos primeiros tempos pareceu incompreensível para muitxs. De facto, as fronteiras que há 40 ou 50 anos marcaram a formação académica e científica já não servem para prosseguir o Conhecimento. Exatamente por isso, o Debate que ocorrerá amanhã na Oficina Žylĕch, questionará a Arte a partir da “Teoria do Fazer” – que temos vindo a formular desde 1985 na Licenciatura em Antropologia da FCSH/Universidade Nova de Lisboa. O Debate de amanhã será guiado por três perguntas: «A Arte terá, de facto, uma História? Poderá, alguma vez, ser Interpretada ou Compreendida? Doravante, para as gerações vindouras, o que realiza e gratifica a Pessoa humana que faz Arte?». (ver Anexo) Pedro Manuel-Cardoso |
IMPRONUNCIALISMO 20170930 A ARTE EM DEBATE.pdf
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