A «Coisa/Objeto» é algo ainda não compreendida. Apesar das juras do Positivismo e do Realismo. O conceito de «Coisa/Objeto» tem mudado. É um fenómeno (algo) que vários autores têm tentado discernir. Concretamente, que a «Coisa/Objeto» é a mesma que subjaz a uma qualquer maçã (objeto) ou à Lua (Newton, 1687); é a mesma que subjaz ao magnetismo e à electricidade (Maxwell, 1864); que o espaço-tempo determina essa «Coisa/Objeto» pela gravitação, havendo uma equivalência entre a massa e a energia (Einstein, 1905, 1915); que todas as «Coisas/Objetos» são as mesmas tanto no eletromagnetismo como nas forças nucleares (fracas e fortes) segundo o Modelo Standard das Partículas (1960/1970). Com as propriedades quânticas da “intrincação” (entanglement) e “superposição” (superposition), o conceito de «Coisa/Objeto» voltou a mudar. O Impronuncialismo, com o “Conceito Heptadimensional de Coisa/Objeto”, estabelece um novo paradigma para o uso prático desta alteração conceptual. Permitindo patrimonizar/musealizar estes novos tipos de Objetos e Pessoas, tais como o monte Taranaki ou o rio Whanganui na Nova Zelândia. Pedro Manuel-Cardoso |
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