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O
Impronuncialismo é uma Metodologia de Ação e de Investigação. Que prossegue um
caminho de Transformação. Usa e transforma o Corpo-do-Ser
que habita e manipula o objeto vulgarmente designado por «corpo-humano».
O
Impronuncialismo usa e transforma
o Dasein (o Ser do sujeito-que-pensa-faz-compreende-observa o mundo/natureza) de modo a produzir um
Artefacto que permita alcançar um diferente modo de agir e de reagir com a
matéria (Natureza) e a energia (Cultura), com a finalidade de alcançar a «propriedade SAP2i» (acrónimo de «singularidade autónoma perpétua indecomponível e insolúvel»).
Atualmente para a Ciência “todas as Partículas que existem no Universo e todas as Forças que agem sobre elas” (F. Wilczek, 2017) define-se pela equação:
L = -¼FμvFμv + iūDū + h.c. + ūiyijūjø + h.c. + |Dμø|2 - V(ø) (Paul Dirac, 1928). Ou seja: 3 forças agindo sobre 12 tipos de partículas. É assim que a atual ciência
imagina a Matéria. Portanto, pelo menos, é assim que uma Singularidade ou a «propriedade SAP2i» podem existir, sem ser necessário recorrer à metafísica ou à proposição G de K. Gödel.
Ora este modo de imaginar a Matéria, dito científico, conduz sempre a um «ponto» (seja representado por uma marca, luz, ou número). Tanto em “1.616×10−35m” como em “1.616×10+35m”
o que se percepciona é um «ponto». O «ponto» é sempre o resultado máximo ou mínimo do atual limite da percepção humana, seja no infinitamente pequeno (aí é designado por “partícula”) seja no infinitamente grande (aí é designado por galáxia, nuvem de gaz, estrela,
etc.). É através desse «ponto» (número ou luz) que o Ser-humano procura aquilo que é ainda inalcançável. Logo, com este nível de Imaginação nunca se sabe se o que se percepciona (o «ponto») não é, afinal, uma
outra infinidade de pontos. Assim sendo, constata-se que esta Imaginação é demasiado analítica e fragmentada. É muito básica. Está a um nível muito baixo na complexidade que o Ser-humano é capaz (ver Painel 15).
O
Impronuncialismo permite formular a seguinte pergunta: «O que se terá de acrescentar a esta Imaginação para se ultrapassar o «ponto» (número, luz) enquanto limite do pensamento e compreensão sobre uma
Singularidade (coisa, objeto, real)?».
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