|
O drama rural de Alves Redol estreia já para
a semana numa nova encena “FORJA” de
Alves Redol encena Centro
Cultural do Cartaxo ESTREIA A 15 de
JUNHO - às 21.30h Dias 15, 16 e 22 e
23 de Junho às 21.30 Dias 17 de Junho às
16.00 Acesso a imagens com
alta qualidade:
“Forja”, é o regresso
da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português! Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de
Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de
grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre
outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens
e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. “Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena
em Portugal Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também
as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma
história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um
retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as
suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais
importantes. No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para
a edi O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e
por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário. Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e
de um tempo que vai com toda a certeza Sinopse Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da
vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições
nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes. Uma História de “Forja” A primeira tentativa de montagem da
peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador
Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro,
tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Inten Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves,
passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produ “O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco
Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que
supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que
realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como
desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que
acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite
tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que
Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo
Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representa “Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da
Sociedade Operária de Instru
Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel
Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João
Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês
Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral
Os Alentejanos no Cartaxo Encena Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio |
Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor
Local | Guia dos Teatros Facebook: https://www.facebook Centro Cultural do Cartaxo Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal Teatro . M/6 Bilhetes: 5€ Reservas: 243 701 600 | 914338893 centroculturalcartaxo@gmail.co -------------------- Direc Área de Serviço - Projecto de Cria Cartaxo - Portugal |
| Mensagem anterior por data: [Museum] Índice da revista Mátria XXI - 2018 | Próxima mensagem por data: [Museum] Os professores |
| Mensagem anterior por assunto: [Museum] 2.ª feira na AAP (22 Fevereiro 2016 - 18h) - "As escavações arqueológicas das termas medicinais romanas de Chaves 2006-2015" por Sérgio Carneiro | Próxima mensagem por assunto: [Museum] "História de Angola", de Alberto Oliveira Pinto - em Évora, Sala dos Leões, Câmara Municipal de Évora - 13 de Maio, entre as 15h e as 18h30m |