“Pensei que estava dentro do tema, afinal sabia muito pouco... O que levo de mais importante é essa consciência do caminho que ainda tem de ser trilhado.”
“A noção da invisibilidade do sofrimento de uma larga maioria (quem sabe do desafio da afirmação da identidade do outro?), que é transversal na sociedade e perpetuada pelos agentes e instituições culturais.”
“Gostei de ouvir os relatos de experiências pessoais sem qualquer tipo de pudor. De ter tido consciência de como as pessoas trans se sentem realmente discriminadas e da enorme diversidade que existe quando falamos nestas questões. Gostei também de ter existido algum debate em torno dos fluxos de poder e da sub-representação destas minorias em determinados circuitos.”
A Acesso Cultura dará continuidade ao debate que se iniciou em Outubro passado, através de duas iniciativas:
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