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Um ilustre Amigo, presidente de uma das faculdades da universidade de Lisboa, e investigador de excelência, no diálogo que entabulámos por causa do
projeto CICAFJD (centro ciência viva) que concebi e está em negociação para obter um Promotor que ceda o espaço --- e que até ao momento já confirmou como Parceiros: a
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o Comité Olímpico de Portugal, a
Sociedade Portuguesa de Robótica, o Comité Português do RoboCup, e a
Federação Portuguesa de Desporto Eletrónico (eSports) --- perguntou como definia “Cultura”.
Respondi do seguinte modo:
i. A “Cultura” deve ser concebida como um acto
Transformador (isto é, re-programador daquilo que o ser humano herdou e é em cada época, desse fenómeno existencial sempre em busca daquilo que
há-de ser; do ser-de-si que há-de vir, tal como o fenómeno biológico da Vida em que uma semente é sempre um processo de germinação até atingir o estado de «objeto maduro»).
ii. A “Cultura” deve ser concebida como
o acto especificamente humano, em que a cognição dá uma instrução (decisão) ao suporte (corpo, atividade física, jogo, desporto, etc.) para ir numa direção escolhida pela
intuição da Relevância (Património e ADN). Com o objetivo de ter sucesso na Continuidade (“adaptação”). Uma teleonomia, quiçá, até atingir a Propriedade físico-química «SAP2iT» (acrónimo de «Singularidade
Autónoma Perpétua Insolúvel Indecomponível e Transformativa).
E terminei dizendo:
Quem sabe se terei razão… Nem eu sei.
Pedro Manuel-Cardoso
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