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Para quem se inicia neste conhecimento, talvez, começar pelo artigo de Amílcar Guerra (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e investigador da UNIARQ) in
Serta Palaeohispanica J. de Hoz, Palaeohispanica 10 (2010), pp. 81-98, I.S.S.N.: 1578-5386.
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Logo no primeiro parágrafo, a elucidação de como adquirir o conhecimento em falta, fica explícito:
“Um dos aspectos que marca o círculo dos estudos que designamos como “paleohispânicos” reside na abertura pluridisciplinar que os encontros e as publicações deste
domínio patenteiam. Esta característica que é ao mesmo tempo uma necessidade distingue de facto a postura científica de muitos dos quese lhe dedicam. Para esta perspectiva muito contribuiu
Javier de Hoz, a quem gostaria de endereçar as mais calorosas saudações neste momento de homenagem. Revendo as variadas circunstâncias em que o comum interesse por esta vertente do saber nos uniu, reconheço a dimensão do seu exemplo científico, bem
como as suas qualidades humanas, aspectos que deixam inevitavelmente uma marca na história da investigação.” (Amílcar Guerra, 2010, «A propósito dos conceitos de “Lusitano” e “Lusitânia”» in
Palaeohispanica 10/2010)
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Nas quarenta e sete referências bibliográficas, referidas nas páginas 96 a 98, haverá certamente resposta para aquilo que não se sabe, e se deseja aprender, sobre
este assunto.
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Para facilitar ainda mais a consulta, poder-se-á aceder ao artigo de Amílcar Guerra em
https://ifc.dpz.es/recursos/publicaciones/30/23/06guerra.pdf
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Pedro Manuel-Cardoso
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