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[Histport] Boletim Digital Novembro - Museu Nacional de Arqueologia

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>, "archport" <archport@ci.uc.pt>, "histport" <histport@uc.pt>
Subject :   [Histport] Boletim Digital Novembro - Museu Nacional de Arqueologia
From :   <jde@fl.uc.pt>
Date :   Tue, 3 Nov 2026 18:31:54 -0000

 

novembro 2026

Museu Nacional de Arqueologia

08

 

EDITORIAL

 

A investigação, segundo o artigo 7.º da Lei-Quadro dos Museus Portugueses (Lei n.º 47/2004, de 19 de agosto), é uma das funções essenciais e estruturantes de um museu. É o que fundamenta as ações desenvolvidas diariamente pela equipa de uma instituição (artigo 8.º) sendo esta premissa estipulada como o «dever de investigar» (artigo 9.º). O Museu Nacional de Arqueologia, que desde a sua fundação tem essa preocupação, não o faz de forma isolada, sucedendo-se, cada vez mais, os momentos de cooperação científica (artigo 10.º) e de cooperação com o ensino (artigo 11.º).

O grande recurso de um Museu são as suas coleções, pelo que a investigação e a documentação sistemática são fundamentais e contínuas. Sinónimo desta relevância são os investigadores que nos contatam de Portugal e do estrangeiro.

Apesar do encerramento do Museu, em abril de 2022, para execução da obra, o nosso compromisso com a investigação mantém-se. No entanto, o acesso às coleções está compreensivelmente muito condicionado. Tudo foi embalado e transferido para Reservas Temporárias para garantir a segurança dos bens culturais, os postos de trabalho da equipa residente, e a total libertação do espaço para a obra.

A 1ª fase de intervenção no Museu terminou no final de agosto de 2026, mas as condicionantes mantêm-se, pois preparamos o início da 2ª fase.

O novo Museu é um compromisso coletivo. Por isso, sempre que for compatível com a execução da obra, tentaremos viabilizar as solicitações que nos chegam.

 

António Carvalho

Diretor

 

Uma das reservas temporárias criadas para acondicionar os bens culturais durante a obra.

 

AGENDA

 

1)

 

PRINCÍPIOS BÁSICOS DE MUSEOLOGIA

O Diretor do Museu, António Carvalho, é convidado a partilhar a sua experiência com a reformulação do Programa Museológico do MNA, na formação «Princípios Básicos de Museologia», organizada pela Rede Portuguesa de Museus. No dia 11 de novembro, no Museu Municipal de Coimbra (edifício Chiado), das 9h30 às 13h, passaremos em revista a estratégia, os desafios e as oportunidades que a obra de remodelação tem trazido. Com a publicação do Programa Museológico – uma ferramenta estratégica e um exercício de autorreflexão para um futuro mais ético e sustentável – e a realização da Escuta Externa – afirmando o novo Museu como um projeto coletivo – o MNA transformou-se num Museu-Cidadão.

 

2)

 

X FORUM IBÉRICO DE ESTUDOS MUSEOLÓGICOS

 

«Museu(s) em Reconstrução» é a conferência que António Carvalho apresenta no X Fórum Ibérico de Estudos Museológicos, no dia 13 de novembro, às 10h, no Cineteatro Louletano, em Loulé.

No momento em que a intervenção no âmbito do PRR terminou, e a equipa prepara a 2ª fase da obra, partilhamos, neste encontro internacional, apropriadamente dedicado à Mudança, a estratégia e as ações que têm conduzido os últimos quatro anos deste intenso percurso de remodelação do Museu.

 

 

António Carvalho (Fotografia Paulo Vaz Henriques/MMP, EPE)

 

 

3)

 

1º CONGRESSO "PREVENÇÃO DO TRÁFICO ILÍCITO DE BENS CULTURAIS"

 

A MMP, EPE promove o 1º Congresso sobre a Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais, a realizar no Auditório da Torre do Tombo, em Lisboa, em que António Carvalho é convidado a moderar a mesa-redonda «Cooperação institucional e internacional no combate ao tráfico ilícito de bens culturais», no dia 16, às 16h20.

Os artefactos arqueológicos estão entre os principais alvos de roubo, de que a placa de xisto que ilustra o cartaz é um exemplo. Pertencente à coleção do MNA, foi furtado em 2003, no aeroporto Charles de Gaulle, durante o transporte de regresso a Lisboa depois de ter estado exposto na exposição «Paisagens Megalíticas: Évora-Carnac». Ainda não foi recuperado.

 

 

   

 

4)

 

ARQUEOLOGIA CLÁSSICA HOJE

 

Os episódios 3 e 4 são publicados nas redes sociais do MNA às 11h, nos dias 16 e 30 de novembro, respetivamente. André Simões aborda o ensino da escrita e o casamento, cruzando fontes clássicas com bens arqueológicos da coleção do MNA.  

 

Parceria: André Simões / Associação Clenardus: Promoção e Ensino da Cultura e Línguas Clássicas (FL-UL)

Realização: Três Vinténs

 

 

5)

 

MNA NA RÁDIO DE BELÉM

 

No 2º episódio, Paulo Freitas, fiscal de segurança da PMT, explica como se planeou e assegurou a segurança na obra do MNA.

Acompanhe a emissão no dia 18, às 11h, em https://radiobelem.jf-belem.pt/

 

 

Nair Alexandra (GAMNA – Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia) e Paulo Freitas (PMT)

EM VIAGEM

 

1) XVI CONGRESSO IBÉRICO DE ARQUEOMETRIA

 

O MNA participa no CIA 2026 – XVI Congresso Ibérico de Arqueometria com “Da coleção ao modelo digital: a experiência do projeto HEDGE na digitalização 3D de bens arqueológicos do Museu Nacional de Arqueologia”, apresentada, dia 4 de novembro, por Patrícia Batista (MNA) e Sérgio Gonçalves (NOVA FCT), e de que também são autores António Carvalho (MNA), Nuno Correia (NOVA FCT) e Márcia Vilarigues (NOVA FCT).

Esta comunicação conjunta, que surge na sequência de um desafio lançado pela equipa do projeto HEDGE, partilha a experiência de implementação deste projeto no MNA, desde a seleção e preparação dos bens, até à disponibilização on-line em acesso público dos 1081 modelos 3D otimizados para web.  

O CIA 2026 é organizado pela Universidade do País Basco / Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV/EHU), através do grupo GPAC – Innovación en Patrimonio y Paisajes Culturales, constituindo um espaço de partilha de conhecimentos metodológicos e de promoção da cooperação interdisciplinar."

Mais informações em https://cia2026vitoria.com/

 

2) A LA SOMBRA DE VULCANO. BRONCE ROMANO EN HISPANIA

 

O MNA participa com 15 bens culturais na exposição A la sombra de Vulcano. Bronce Romano en Hispania. Com inauguração marcada para dia 20 de novembro, no Museu Nacional de Arte Romana (MNAR), em Mérida, assinala 40 anos da renovação deste Museu e a criação de uma nova sala de exposições temporárias.

Paralelamente, realiza-se, entre 25 e 28 de novembro, o XXIII Congresso Internacional sobre Bronzes Antigos (IconAB), onde a equipa do MNA apresenta cinco comunicações com temas que vão desde a investigação mais recente às metodologias de conservação e restauro.

 

O Programa poderá ser consultado aqui.

 

 

3) MNA: COLEÇÕES EM DIGRESSÃO - FERREIRA DO ALENTEJO

 

Patrícia Batista e Raquel Lázaro, do Serviço de Inventário e Coleções do Museu Nacional de Arqueologia, estiveram recentemente no Museu Municipal de Ferreira do Alentejo.

Esta visita técnica permitiu acompanhar a salvaguarda do acervo do MNA que se encontra em depósito naquela instituição municipal, desde junho de 2004, e do qual se destacam as coleções do Tholos da Amendoeira (Aldeia de Odivelas, Beja).

O encontro de trabalho serviu para fortalecer laços entre as equipas, valorizar a cooperação institucional, e preparar, em conjunto, novas formas de divulgação do património arqueológico da região.

 

 

 

 

 

 

Sessão de trabalho no MNA. Na imagem, digitalização de um prato de cerâmica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Balsamário antropomórfico / Bronze / Séc. I – II d.C. / Quinta do Pinheiro, Luz (Tavira) / 17888

 

 

 

 

 

 

Um dos bens atualmente em depósito em Ferreira do Alentejo. Vaso de cerâmica lisa / Tholos da Folha da Amendoeira, Ferreira do Alentejo / Calcolítico / 986.193.53

 

 

 

 

4) V CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DE ARQUEÓLOGOS PORTUGUESES

 

Vários elementos da equipa do MNA, incluindo bolseiros de doutoramento do Programa Ciência no Património, marcam presença na próxima edição do Congresso de Arqueologia, que decorre em Braga, entre 18 e 21 de novembro, na Universidade do Minho – Instituto de Ciências Sociais, com três comunicações apresentadas no dia 20, e um Poster.

 

5) VIII CONGRESSO DE BOAS PRÁTICAS MUSEOLÓGICAS

 

Patrícia Batista e António Carvalho são os autores de «Coleções fora do centro - desafios museológicos da gestão em rede do património arqueológico do Museu Nacional de Arqueologia», apresentação com a qual participaram no VIII Encontro de Boas Práticas Museológicas.

Partindo da premissa de que uma coleção nacional não tem de estar fisicamente concentrada para cumprir uma missão nos territórios, o MNA está, atualmente, representado em 37 concelhos, de norte a sul do país. Para a equipa do Museu, a boa prática está menos na duração do depósito, e mais na capacidade de manter uma relação ativa e útil com as instituições parceiras. Estes protocolos, são, assim, mais do que procedimentos administrativos: criam uma relação continuada entre as instituições, a coleção, o território e a comunidade.

 

O encontro foi gravado e será transmitido em deferido, em data a anunciar nas redes sociais e no site oficial.

ENTRE NÓS

 

A escolha de Raquel Lázaro

 

O Sarcófago dos Leões marcou simbolicamente o encerramento da exposição «Religiões da Lusitânia» e o arranque da reorganização do MNA para as obras do PRR, em 2023. Como técnica integrada no Serviço de Inventário e Coleções, participei na desmontagem e na criação de uma reserva temporária na galeria poente. Este processo foi uma grande aprendizagem na gestão de reservas e no manuseamento do acervo, enriquecido pela valiosa partilha do colega Luís Antunes, prestes a reformar-se após 50 anos de serviço. Este bem cultural simboliza o futuro e o meu compromisso diário com a salvaguarda do museu. RL

 

 

Faz este mês três anos que retirámos este sarcófago da exposição “Religiões da Lusitânia”. Na foto, a equipa do MNA e da Urbanos.

 

 

Sarcófago dos Leões, ou sarcófago com prótomos (cabeças) de leões e estrígilos / Mármore (Estremoz) / Séc. II d.C. / Beja / 994.25.1 / BIN (2006).

 

SEM RESERVAS

 

Trinta e sete anos depois de ter integrado a exposição «Portugal – das Origens à Época Romana» (1989), esta pequena estatueta de uma cabra sai novamente da reserva. Pode ser modesta em tamanho, mas traz consigo uma grande história, que atravessa mais de um século. Encontrada em 1906, durante trabalhos agrícolas nas proximidades da mina de Santo Estevão, foi oferecida ao MNA, em fevereiro de 1911, pelo Dr. Pedro Mascarenhas Júdice.

O que poderá ter significado esta pequena cabra para quem a produziu? Pela sua natureza figurativa, e pelas características que apresenta, tem sido interpretada como um ex-voto — uma oferenda de carácter religioso, associada a um pedido ou a um agradecimento dirigido a uma divindade.

Representações de caprídeos são conhecidas em contextos religiosos da Antiguidade e têm sido relacionadas, em diferentes regiões, com práticas de oferenda. Entre as possíveis aproximações encontra-se o culto de «Ataecina», divindade de origem pré-romana associada ao topónimo «Turobriga» e posteriormente assimilada, no contexto religioso romano, a «Proserpina». Embora não seja possível estabelecer uma ligação direta entre esta estatueta e o culto de «Ataecina», esta comparação ajuda-nos a compreender o universo de crenças e práticas em que pequenas figuras de animais poderiam assumir um significado simbólico. JP

 

 

Estatueta de caprídeo / Bronze / 14,3 cm x 9,2 cm / Séc. V–II a.C. / Mina de Santo Estevão, Silves / Doação (1911) / 17921

 

 

 

Fragmento de cancela / Mármore / Quinta das Longas, Elvas / Séc. III d. C. / 2006.355.4159

NO LABORATÓRIO: ANTES E DEPOIS

 

Este fragmento de cancela romana, proveniente da Quinta das Longas — atual freguesia de São Vicente e Ventosa —, foi alvo de uma intervenção que incluiu limpeza e colagem. Constituído por três elementos, com fraturas antigas, apresentava depósitos duros e aderentes, que se estendiam às superfícies de fratura.

Foi necessário começar por limpar estas superfícies, de modo a permitir uma união adequada entre os fragmentos. Tendo em conta as características das concreções, optou-se por realizar uma limpeza química, seguida de banhos de estabilização e, posteriormente, da colagem.

 

Esta intervenção restabeleceu a continuidade física do bem arqueológico, garantindo que estes testemunhos do passado continuam a ser estudados e apreciados pelas gerações futuras. MS

 

INVESTIGADOR DO MÊS

 

Carlos Ferreira, Doutorando em Arqueologia e Pré-História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Bolseiro FCT e Investigador da UNIARQ - Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa.

 

Sobre o que é a tua investigação?

A minha investigação centra-se no estudo do tecno-complexo Acheulense na fachada atlântica da Península Ibérica, procurando aprofundar o conhecimento sobre as dinâmicas comportamentais das comunidades humanas que ocuparam esta região durante o Pleistocénico Médio.

Apesar da identificação precoce de conjuntos acheulenses no atual território português, no final do século XIX, a assimetria no estudo deste tecno-complexo entre Portugal e Espanha, bem como entre Portugal e outros países europeus, acentuou-se consideravelmente ao longo do século XXI. Como consequência, o registo arqueológico do extremo ocidente europeu tem sido frequentemente negligenciado nas discussões mais abrangentes sobre as dinâmicas comportamentais e populacionais na Europa durante o Pleistocénico Médio.

Com o objetivo de colmatar esta lacuna, sob a supervisão dos Professores Doutores João Pedro Cunha-Ribeiro e Eduardo Méndez-Quintas, tenho vindo a desenvolver uma investigação sistemática centrada no registo acheulense da fachada atlântica da Península Ibérica, um trabalho iniciado no âmbito da minha dissertação de mestrado. Este projeto combina novos trabalhos de campo em Portugal, com enfoque em áreas de elevado potencial geoarqueológico, como o Vale do Forno (Alpiarça), com a análise dos sítios de ar livre mais representativos da fachada atlântica Ibérica, seguindo os padrões metodológicos atualmente aplicados nos estudos deste tipo de indústrias. Neste âmbito, destaca-se o importante núcleo de jazidas acheulenses do Vale do Tejo, resultante de trabalhos dirigidos pelo Dr. Luís Raposo, que tive a oportunidade de estudar no MNA.

 

Qual o maior contributo?

Procuramos reunir e disponibilizar um vasto conjunto de informação, resultante da caracterização de um amplo número de casos de estudo, com base numa abordagem tecno-tipológica, tecno-económica, tecno-funcional e morfo-geométrica, aprofundando a interpretação e a discussão dos respetivos sítios (Bacia do rio Minho – Porto Maior, Arbo, Gándaras de Budiño, Carvalhas e Bela; Minho litoral – Canal Intercetor de Esposende I; Bacia do rio Lis – Capuchos 1 e Casal do Azemel; Bacia do rio Tejo – Cabeço da Mina, Barreira do Vale do Forno, Vale do Forno 1, Vale do Forno 3, Vale do Forno 8, Monte Famaco e Atalayuela).

Paralelamente, procuramos abordar os pré-requisitos técnicos e cognitivos implícitos no desenvolvimento das cadeias operatórias acheulenses para avaliar o grau de variabilidade dos diferentes conjuntos arqueológicos, mobilizando as observações obtidas para refletir sobre a natureza adaptativa da tecnologia Acheulense e discutir se esta pode ser entendida como uma realidade conceptual e estruturalmente coerente, com continuidade ao longo de mais de 1,5 Milhões de anos. Por outro lado, retomámos os trabalhos de campo no Vale do Forno (Alpiarça), uma área clássica da investigação paleolítica em Portugal, que continua a apresentar um elevado potencial geoarqueológico por explorar.

O objetivo deste projeto é reunir um corpus consistente de novos dados sobre um período fundamental da evolução humana, contribuindo para revitalizar o estudo do Paleolítico Inferior na Fachada Atlântica da Península Ibérica, em particular no atual território português, e reforçar a importância desta região para a compreensão das dinâmicas populacionais e dos padrões comportamentais na Europa durante o Plistocénico Médio.

 

Carlos Ferreira, em 2024, no MNA, estuda os materiais da coleção do Monte Famaco (Vila Velha de Rodão). À direita, em trabalho de campo no Vale do Forno (Alpiarça), em 2026.

MUSEU EM COMUM

 

Teresa Costa, do Serviço de Mediação, Acessibilidade e Inclusão do MNA; Rita Azevedo, do Serviço Educativo (SE) do Museu Nacional dos Coches; e Otávia Malheiros, do SE do Museu Nacional de Etnologia reuniram, no MNA, dia 14 de outubro. O encontro serviu para partilhar experiências e boas práticas, discutir futuras parcerias entre as instituições, de forma a potenciar recursos e explorar formas de diversificar as experiências dos públicos.
Neste momento, os três museus vizinhos estão a trabalhar no desenvolvimento de uma programação conjunta, assente na articulação das suas temáticas e com o objetivo de promover dinâmicas de grupo. TC

 

 

Da esquerda para a direita: Otávia Malheiros (MNE), Teresa Costa (MNA) e Rita Azevedo (MNC).

 

CADERNO DE CAMPO

 

Desde que demos início à obra de remodelação do Museu, que o trabalho da equipa de conservação e restauro acontece também fora do laboratório, porque a ala do Mosteiro dos Jerónimos que o MNA ocupa é, em si mesmo, um bem cultural. Neste sentido, as técnicas Margarida Santos, Joana Almeida, Raquel Cunha e Rita Matos, acompanharam a execução das empreitadas de construção civil, pela ACA, e de limpeza e restauro das fachadas, pela AOF, com o objetivo de menorizar o seu impacto no edifício e nos bens culturais que se conservam no Museu.

Desde o fim do PRR, em agosto, e em conjunto com a equipa do MNA, a monitorização regular (limpeza do interior, isolamento, controlo de pragas, desmatação do pátio, entre outros) garante que todos os espaços intervencionados mantêm a sua estabilidade até a 2ª fase começar.

 

A equipa de Conservação e Restauro do MNA, Raquel Cunha, Margarida Santos, Joana Almeida e Rita Matos, numa intervenção na fachada.

FICHA TÉCNICA

 

Direção
ANTÓNIO CARVALHO

Comunicação
ANDRÉ MURRAÇAS, LÚCIA VALDEVINO   

 

Colaboram neste número: ANDRÉ MURRAÇAS, ANTÓNIO CARVALHO, CARLOS FERREIRA, JOÃO PIMENTA, LÚCIA VALDEVINO, MARGARIDA SANTOS, PATRÍCIA BATISTA, RAQUEL LÁZARO, TERESA COSTA.

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