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[Museum] Bloco de Notas // Museu do Douro

To :   "museum" <museum@ci.uc.pt>
Subject :   [Museum] Bloco de Notas // Museu do Douro
From :   <jde@fl.uc.pt>
Date :   Sat, 3 Oct 2026 11:28:23 +0100

Title: Bloco de Notas // Museu do Douro

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ANO VI,

OUTUBRO

2026

BLOCO DE NOTAS 70

 

 

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA DO MUSEU DO DOURO

 

 

CASTAS PORTUGUESAS, As Aguarelas de Emílio de Oliveira Pimentel (1844-1880)

 

Até 24 de novembro de 2026

 

 

 

 

Emílio Claudino de Oliveira Pimentel (1844–1880), filho do 2.º Visconde de Vila Maior e formado pelo Instituto Agrícola, destacou-se como um exímio desenhador. A presente mostra reúne um conjunto notável de aguarelas do acervo do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, no qual o autor regista diferentes castas portuguesas com rigor científico e sensibilidade artística.

A precisão do traço e  o domínio da luminosidade aplicada a uvas, cachos e folhagem revelam a mestria técnica do desenhador, que deu também origem a uma prestigiada série de  gravuras coloridas em grande formato.

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EXPOSIÇÕES ITINERANTES DO MUSEU DO DOURO*

 

 

 

Desenho e de_mais se tivesse tempo, de José Paiva

Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes, Centro Cultural Adriano Moreira, Bragança

 

> A partir de 2 de outubro de 2026

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Celebrar o Douro: Sempre

 

 

MIDU - Museu Imaginário Duriense, Tabuaço

 

> A partir de 14 de outubro de 2026

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Douro: encontro de um lugar feliz, de António Barreto

 

 

Núcleo Museológico da Porta dos Figos, Lamego

 

> A partir de 15 de outubro de 2026

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Mitos, de Carlos Cardoso

MIDU - Museu do Imaginário Duriense, Tabuaço

 

> Até 11 de outubro de 2026

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Sinfonia do Nada, de Lúcia Duarte

CITICA, Carrazeda de Ansiães

 

> Até 31 de janeiro de 2027

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*As datas apresentadas poderão sofrer alterações de acordo com a agenda do Museu do Douro e/ou dos locais mencionados

 

 

 

 

NORTE2030 DOURO EM RESERVA: preservar para o futuro

 

 

 

 

 

 

No decorrer do mês de setembro, os Serviços de Museologia do Museu do Douro deram início à transferência da coleção de fotografia - que inclui ambrótipos e negativos em suporte de vidro, nitrato e acetato - para o novo armário refrigerado, adquirido no âmbito do projeto cofinanciado pelo NORTE 2030.

 

Esta intervenção tem por objetivo assegurar a salvaguarda e a conservação do património fotográfico a longo prazo, mediante a estabilização contínua dos níveis de temperatura e humidade.

 

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BIBLIOTECA MUSEU DO DOURO

 

DOAÇÃO DE “A VOZ DO AMIEIRO”

 

 

 

A Biblioteca do Museu do Douro recebeu a doação de cinco edições do jornal mensal "A Voz do Amieiro", oferecidas pelo Sr. Fernando Alcídio da Rocha Quintas, residente na localidade do Amieiro e um dos fundadores do periódico. O doador manifestou a intenção de doar a coleção completa deste jornal impresso entre os anos de 1982 e 1990.

Os exemplares já se encontram catalogados e disponíveis para consulta pública.

 

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O MUSEU DO DOURO NO TERRITÓRIO

 

INVENTÁRIO DO AMIEIRO

 

 

 

 

A convite da Associação Cultural e Social do Amieiro e da Paróquia local, a equipa dos Serviços de Museologia do Museu do Douro deslocou-se ao Amieiro para proceder ao inventário dos bens da Igreja Matriz. Esta colaboração tem por objetivo o estudo e a identificação científica do acervo ali existente, através do registo exaustivo das características físicas de cada peça, da respetiva fotografia documental e da sua marcação.

 

Em breve, o inventário estará disponível para consulta online.

 

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EXPOSIÇÃO MÉDIA DURAÇÃO DO MUSEU DO DOURO

 

 

MEMÓRIAS DE FAMÍLIA, coleção Casa do Vale

 

Até 13 de maio de 2027

 

Exposição de média duração inserida no percurso da exposição permanente que, em 2026, se dedica à coleção legada ao Museu do Douro por Irene Amélia Viana Pinto.

A mostra centra-se numa parte da extensa coleção fotográfica que se encontrava na Casa do Vale (Presegueda), documentando a evolução da fotografia e das casas fotográficas, ao mesmo tempo que fixa as memórias da família Viana Pinto. As imagens fazem parte de luxuosos álbuns de família, símbolo de um modo de vida burguês do final do século XIX e inícios do século XX.

 

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Está disponível na plataforma Google Arts & Culture, na página do Museu do Douro, a exposição virtual «O comboio para Lamego: ensaios geográficos sobre uma linha ferroviária idealizada», da autoria de Rui Monteiro, aluno de Mestrado em Geografia da FLUP, que realizou o seu estágio no MD.

Contando a história do projeto ferroviário entre a Régua e Lamego, propõe-nos uma visita virtual pelas marcas que subsistiram ao longo do troço proposto, tal como as obras de arte ou o desenho da linha.

Esta exposição está disponível em versão bilingue e conta com a parceira do Google Institute.

©1931, Fotografia Alvão, Álvaro Azevedo, Coleção Centro Português de Fotografia

 

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©paulapreto

 

©paulapreto

 

 

 

Histórias INCOMPLETAS#2 – Nova edição 2027

Alfândega da Fé | Carrazeda de Ansiães | Mêda | Santa Marta de Penaguião

As Histórias movem o mundo…As histórias movem o mundo: pelos modos como são contadas e por quem toma palavra para as contar. Ao longo do ano 2027 criar e documentar são os verbos que orientam os ciclos de presença intensiva junto do tecido associativo local, bandas ou associações musicais, com grupos de educadores, junto de habitantes das aldeias dos concelhos onde acontece o Incompletas #2.

 

 

 

26 e 27 de setembro | Film to film. - Oficina de filme em pelicula 16mm e 8 mm

Com jovens autores do Atelier Concorde a oficina de cinema experimental Film to Film decorreu nos dias 26 e 27 de setembro com saídas e mergulhos na paisagem do rio Corgo e rio Douro. Esta oficina relacionou a iniciação básica ao trabalho manual com pelicula e filmagens com máquinas 16mm junto aos rios.

Orientação: Atelier Concorde

 

 

 

MESÃO FRIO

2 de setembro de 2026 | Porto de honra e Boas Vindas

A equipa de professores e educadores de Mesão Frio, parceiras e parceiros cúmplices do eusoupaisagem educação museu do douro estiveram connosco numa visita e reconhecimentos aos espaços e valências do Museu do Douro com enfoque na exposição Douro: matéria e espirito. Damos também as boas vindas a todos as/os professores e educadores que visitaram pela  primeira vez os nossos espaços e agradecemos sinceramente o envolvimento da Direção do Agrupamento de Escolas Professor António Natividade neste estreitar de relações entre o museu e o território.

 

 

 

RÉGUA

14 de setembro de 2026 | Porto de honra e Boas Vindas

A equipa de professoras e professores do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas João Araújo Correia realizou uma visita de reconhecimento aos espaços e de preparação do trabalho de parceria e colaboração próxima com o programa de oficinas e projetos, que contam com a dedicação destas e destes professores. Um grande obrigado e também à Direção e Coordenação que se envolveu para que este momento simbólico pudesse acontecer.

 

 

 

FOZ CÔA

21 e 22 de setembro de 2026 | 5.º Fórum Cultura - Ministério da Cultura, Juventude e Desporto

Presença do programa eusoupaisagem educação do museu do douro no painel de discussão em torno da Fórum Cultura dedicado ao tema "Serviços Educativos e Mediação Cultural: impactos e desafios para as práticas e políticas culturais" promovido pela Senhora Ministra da Cultura, Juventude e Desporto.

 

2027 CARTAS DA PAISAGEM  – EDUCAÇÃO MUSEU DO DOURO

 

©arturmatos

 

 

2027 cartas da paisagem propõe modos de ver, fazer e pensar os lugares onde vivemos.

 

O programa tem 3 frentes de atuação: trabalho com escolas; presença intensiva junto tecido associativo local e edições para dar a ver o realizado.

 

 

 

 

 

 

Um+Um | oficinas e percursos

 

O quê: O programa conjuga oficinas e percursos. As oficinas usam linguagens do movimento, da palavra, da imagem e do som. 

Percursos pedestres focados na toponímia, na flora e na observação de nuvens para grupos de crianças, jovens e ou pessoas seniores.

Quando: outubro a julho. 

Com quem: grupos de educação pré-escolar | ensino básico | ensino secundário e profissional.

 

 

 

 

 

O que há aqui?

 

O quê: Programa de práticas para literacia na leitura e na escrita centrada no vocabulário e conceitos de paisagem e território.

É realizado, em parceria, com os grupos de professoras/es bibliotecários da Região Demarcada do Douro.

Quando: setembro a julho. 

Com quem: Bibliotecas e professores bibliotecários da RDD.

 

 

 

 

 

Ler debaixo da árvore

 

 

 

O quê: Programa de identificação de árvores importantes no quotidiano das escolas das praças ou dos caminhos em diferentes concelhos da RDD. 

Quando: todo o ano. 

Com quem: todas as pessoas que gostam de árvores; grupos escolares, grupos de pessoas seniores e associações recreativas. 

 

 

 

 

 

Cadernos de caminhar

 

O quê: Programa que parte da caminhada para a escrita e da escrita para caminhar. Com a edição de cadernos que fazem outras pessoas caminhar, da autoria de António Júlio.

Com quem: crianças, jovens e seniores, que ocupam os lugares de caminhantes e de sombras.

 

 

 

 

 

Público comum

 

O quê: Programa de presença sequenciada em experiências na paisagem urbana e não urbana. Parceria com grupo de professores do 1º ciclo do Centro Escolar de Lamego N.º 1.

Quando: outubro a junho.

Com quem: grupos de ensino básico e grupo de professoras do Agrupamento de Escolas Latino Coelho.

 

 

 

 

 

Práticas partilhadas

 

 

O quê: Programa de partilha de experiências no trabalho com a primeira infância com grupo de educadoras, centrada numa sequência temática pedra | nuvem | flor.

 

Quando: outubro a julho.  

Com quem: Grupo de Educadoras do Agrupamento de Escolas Diogo Cão e grupos de crianças da educação pré-escolar. 

 

 

 

 

 

Gravar Territórios

 

O quê: Programa de iniciação básica à fotografia e ao vídeo  com Paula Preto, tendo como prática regular as caminhadas urbanas e nas paisagens envolventes.

Quando: outubro a junho.

Com quem: Depois da EPA Carvalhais/Mirandela (Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais), o gravar territórios acontece em Mesão Frio, com um grupo de estudantes do Agrupamento de Escolas Professor António Natividade.

 

 

 

 

 

Laboratórios de ver

 

 

O quê: Ilustração fauna e flora do Rio Douro com Sónia Borges. 

A partir de propostas de ilustração de fauna e flora do Douro, Sónia Borges orienta grupos de modo experimental, testando condições para observar com mais detalhe as paisagens não humanas que nos constituem, através do desenho.  

Com quem: grupos escolares de ensino básico e secundário do Concelho de Peso da Régua.

Onde: espaço do serviço educativo do edifício sede.

 

 

 

 

 

Café Central

 

 

O quê: Programa para estar presente em diferentes cafés dos lugares da Região Demarcada do Douro com a fotógrafa Paula Preto.

O trabalho de levantamento fotográfico das diferentes freguesias dos concelhos da RDD decorre, desde o ano de 2017 e cobre os 21 concelhos da RDD. Este levantamento é divulgado em diferentes edições e formatos: material educativo e 2 mostras, uma em cada semestre do ano. 

Quando: uma vez por mês em diferentes concelhos da RDD

Com quem: Cafés dos concelhos da RDD e as pessoas que os usam.

 

 

O Espaço Miguel Torga, projetado pelo arquiteto Eduardo Souto de Moura e elemento integrante da Rede de Museus do Douro (MuD), homenageia uma das figuras incontornáveis da literatura portuguesa. Nascido em São Martinho de Anta (Sabrosa) a 12 de agosto de 1907, Adolfo Correia da Rocha - celebrizado sob o pseudónimo de Miguel Torga -  imortalizou a identidade duriense  e nacional através de títulos emblemáticos como Bichos (1940), Contos da Montanha (1941) e Novos Contos da Montanha (1944), a que se somam  os dezasseis volumes do Diário, publicados entre 1941 e 1993.

 

©Site Espaço Miguel Torga

 

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Todas as fotografias utilizadas neste Bloco de Notas são propriedade do Museu do Douro.

 

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