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EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA DO MUSEU DO DOURO CASTAS PORTUGUESAS, As Aguarelas de Emílio de Oliveira Pimentel (1844-1880) |
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Até 24 de novembro de 2026 Emílio Claudino de Oliveira Pimentel (1844–1880), filho do 2.º Visconde de Vila Maior e formado pelo Instituto Agrícola, destacou-se como um exímio desenhador. A presente mostra reúne um conjunto notável de aguarelas do acervo do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, no qual o autor regista diferentes castas portuguesas com rigor científico e sensibilidade artística. A precisão do traço e o domínio da luminosidade aplicada a uvas, cachos e folhagem revelam a mestria técnica do desenhador, que deu também origem a uma prestigiada série de gravuras coloridas em grande formato. LER + |
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EXPOSIÇÕES ITINERANTES DO MUSEU DO DOURO* |
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| Mónica Baldaque, Doação Ferreira-Alves Biblioteca Municipal de Mesão Frio > A partir de 28 de novembro de 2026 SABER + |
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| Desenho e de_mais se tivesse tempo, de José Paiva Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes, Centro Cultural Adriano Moreira, Bragança > Até 31 de dezembro de 2026 SABER + |
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| Douro, lugar de um encontro feliz, de António Barreto Núcleo Museológico da Porta dos Figos, Lamego > Até 16 de janeiro de 2027 SABER + |
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| Se tivesse tempo - desenho, tempo desejante e de-mais, de José Paiva Centro Cultural do Mindelo, Cidade do Mindelo, São Vicente, Cabo Verde > Até 21 de novembro de 2026 SABER + |
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*As datas apresentadas poderão sofrer alterações de acordo com a agenda do Museu do Douro e/ou dos locais mencionados |
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NORTE2030 DIGITALIZAR PATRIMÓNIOS DURIENSES: Partilhar e Preservar |
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| No âmbito do projeto cofinanciado pelo NORTE 2030, o Museu do Douro prossegue a missão de salvaguarda, valorização e difusão do património da região, com a digitalização e disponibilização de acervos na plataforma europeia Europeana. Esta ação visa disponibilizar online um conjunto diversificado de bens culturais: - Património arquivístico duriense: digitalização de 40 livros da série de arrolamentos (PT/MD/AC/CGAVAD/7.3.002) pertencentes ao Arquivo Histórico da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro (em depósito no Museu do Douro), bem como do histórico Foral Manuelino de Mesão Frio (pertencente ao Município de Mesão Frio). - Património bibliográfico duriense: digitalização de 10 monografias anteriores a 1800, classificadas como livros reservados da Biblioteca Macedo Pinto (Município de Tabuaço). - Património museológico duriense: fotografia digital de 50 itens do espólio arqueológico do Castro de Cidadelhe (Município de Mesão Frio) e de 30 itens do espólio arqueológico da Fonte do Milho (em depósito no Museu do Douro). Ao partilhar a nossa memória coletiva com o mundo, garantimos a sua preservação para o futuro. Aceda aos conteúdos do Museu do Douro na Europeana: ACEDER AOS CONTEÚDOS DO MUSEU DO DOURO NA EUROPEANA |
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| BIBLIOTECA MUSEU DO DOURO DOAÇÃO DE NOTA HISTÓRICA DO PESO DA RÉGUA (1922) A Biblioteca do Museu do Douro foi recentemente enriquecida com a doação de uma nota de 10 centavos, emitida em 1922 pela Câmara Municipal do Peso da Régua, generosamente oferecida pelo Sr. José Eduardo Ribeiro da Fonseca. O documento pertenceu originalmente ao bisavô do doador, Afonso Ribeiro, funcionário da Câmara Municipal, que a transmitiu ao filho, António Ribeiro e este a confiou ao atual doador. O Museu do Douro agradece ao Sr. José Eduardo Ribeiro da Fonseca este gesto de enorme importância para a salvaguarda e partilha da memória histórica local. SABER + |
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EXPOSIÇÃO MÉDIA DURAÇÃO DO MUSEU DO DOURO MEMÓRIAS DE FAMÍLIA, coleção Casa do Vale |
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| Até 13 de maio de 2027 Exposição de média duração inserida no percurso da exposição permanente que, em 2026, se dedica à coleção legada ao Museu do Douro por Irene Amélia Viana Pinto. A mostra centra-se numa parte da extensa coleção fotográfica que se encontrava na Casa do Vale (Presegueda), documentando a evolução da fotografia e das casas fotográficas, ao mesmo tempo que fixa as memórias da família Viana Pinto. As imagens fazem parte de luxuosos álbuns de família, símbolo de um modo de vida burguês do final do século XIX e inícios do século XX. LER + |
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Está disponível na plataforma Google Arts & Culture, na página do Museu do Douro, a exposição virtual «O comboio para Lamego: ensaios geográficos sobre uma linha ferroviária idealizada», da autoria de Rui Monteiro, aluno de Mestrado em Geografia da FLUP, que realizou o seu estágio no MD. Contando a história do projeto ferroviário entre a Régua e Lamego, propõe-nos uma visita virtual pelas marcas que subsistiram ao longo do troço proposto, tal como as obras de arte ou o desenho da linha. Esta exposição está disponível em versão bilingue e conta com a parceira do Google Institute. ©1931, Fotografia Alvão, Álvaro Azevedo, Coleção Centro Português de Fotografia LER + |
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| Histórias INCOMPLETAS#2 – Nova edição 2027 Alfândega da Fé | Carrazeda de Ansiães | Mêda | Santa Marta de Penaguião As Histórias movem o mundo…As histórias movem o mundo: pelos modos como são contadas e por quem toma palavra para as contar. Ao longo do ano 2027 criar e documentar são os verbos que orientam os ciclos de presença intensiva junto do tecido associativo local, bandas ou associações musicais, com grupos de educadores, junto de habitantes das aldeias dos concelhos onde acontece o Incompletas #2. |
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| 9 de novembro | Mirandela - Estação das artes Programa para agentes culturais e da mediação. “eusoupaisagem”. Desde 2006 a atravessar paisagens” - apresentação de abordagens concetuais e metodológicas na construção do programa de educação. |
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| Biblioteca escolar, Agrupamento de Escolas João Araújo Correia | Peso da Régua Oficina com a encenadora e professora Inês Vicente | cartas da paisagem 2027 Ouvir com as mãos e Por um fio - criação de micro histórias com crianças do 6º ano de escolaridade no programa de proximidade com as bibliotecas escolares da RDD. |
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| Cadernos de caminhar | António Júlio | cartas da paisagem 2027 António Júlio esteve a preparar os cadernos para ligação entre a beira-rio e espaços escolares. Os cadernos de caminhada integram a parceria do eusoupaisagem com a construção do Projeto Cultural de Escola PNA (Plano Nacional das Artes) do Agrupamento de Escolas João Araújo Correia. |
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| Corpos na paisagem | Susana Pimenta | cartas da paisagem 2027 No campo da caminhada consciente e da sequências de movimento focado no ato de caminhar e contemplar são orientadas sessões de trabalho nas paisagens da região com Susana Pimenta. |
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| Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo | Peso da Régua No âmbito das comemorações do Mês das Bibliotecas Escolares promovido pela Biblioteca Escolar da EPDR, foi proposto o jogo educativo CAFÉ CENTRAL aos alunos do técnico profissional do Curso Técnico de Alojamento e Gestão Hoteleira. A construção de sequências de imagens e palavras e a discussão de vivências dos diferentes modos como cada pessoa olha para fotografias de paisagem, e de que modo uma imagem pode endereçar um afeto ou uma experiência, foi o mote para o arranque do programa do serviço educativo CARTAS DA PAISAGEM 2027 com a EPDR. |
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2027 CARTAS DA PAISAGEM – EDUCAÇÃO MUSEU DO DOURO |
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| 2027 cartas da paisagem propõe modos de ver, fazer e pensar os lugares onde vivemos. O programa tem 3 frentes de atuação: trabalho com escolas; presença intensiva junto tecido associativo local e edições para dar a ver o realizado. Apresentam-se, os destaques do programa de educação do museu do douro para 2027 |
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| UM + UM | OFICINAS E PERCURSOS O quê: O programa conjuga oficinas e percursos. As oficinas usam linguagens do movimento, da palavra, da imagem e do som. Percursos pedestres focados na toponímia, na flora e na observação de nuvens para grupos de crianças, jovens e ou pessoas seniores. Quando: outubro a julho. Com quem: grupos de educação pré-escolar | ensino básico | ensino secundário e profissional. |
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| O QUE HÁ AQUI? O quê: Programa de práticas para literacia na leitura e na escrita centrada no vocabulário e conceitos de paisagem e território. É realizado, em parceria, com os grupos de professoras/es bibliotecários da Região Demarcada do Douro. Quando: setembro a julho. Com quem: Bibliotecas e professores bibliotecários da RDD. |
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| LER DEBAIXO DA ÁRVORE O quê: Programa de identificação de árvores importantes no quotidiano das escolas das praças ou dos caminhos em diferentes concelhos da RDD. Quando: todo o ano. Com quem: todas as pessoas que gostam de árvores; grupos escolares, grupos de pessoas seniores e associações recreativas. |
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| CADERNOS DE CAMINHAR O quê: Programa que parte da caminhada para a escrita e da escrita para caminhar. Com a edição de cadernos que fazem outras pessoas caminhar, da autoria de António Júlio. Com quem: crianças, jovens e seniores, que ocupam os lugares de caminhantes e de sombras. |
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| PÚBLICO COMUM O quê: Programa de presença sequenciada em experiências na paisagem urbana e não urbana. Parceria com grupo de professores do 1º ciclo do Centro Escolar de Lamego N.º 1. Quando: outubro a junho. Com quem: grupos de ensino básico e grupo de professoras do Agrupamento de Escolas Latino Coelho. |
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| PRÁTICAS PARTILHADAS O quê: Programa de partilha de experiências no trabalho com a primeira infância com grupo de educadoras, centrada numa sequência temática pedra | nuvem | flor. Quando: outubro a julho. Com quem: Grupo de Educadoras do Agrupamento de Escolas Diogo Cão e grupos de crianças da educação pré-escolar. |
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| GRAVAR TERRITÓRIOS O quê: Programa de iniciação básica à fotografia e ao vídeo com Paula Preto, tendo como prática regular as caminhadas urbanas e nas paisagens envolventes. Quando: outubro a junho. Com quem: Depois da EPA Carvalhais/Mirandela (Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais), o gravar territórios acontece em Mesão Frio, com um grupo de estudantes do Agrupamento de Escolas Professor António Natividade. |
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| LABORATÓRIOS DE VER O quê: Ilustração fauna e flora do Rio Douro com Sónia Borges. A partir de propostas de ilustração de fauna e flora do Douro, Sónia Borges orienta grupos de modo experimental, testando condições para observar com mais detalhe as paisagens não humanas que nos constituem, através do desenho. Com quem: grupos escolares de ensino básico e secundário do Concelho de Peso da Régua. Onde: espaço do serviço educativo do edifício sede. |
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| CAFÉ CENTRAL O quê: Programa para estar presente em diferentes cafés dos lugares da Região Demarcada do Douro com a fotógrafa Paula Preto. O trabalho de levantamento fotográfico das diferentes freguesias dos concelhos da RDD decorre, desde o ano de 2017 e cobre os 21 concelhos da RDD. Este levantamento é divulgado em diferentes edições e formatos: material educativo e 2 mostras, uma em cada semestre do ano. Quando: uma vez por mês em diferentes concelhos da RDD Com quem: Cafés dos concelhos da RDD e as pessoas que os usam. |
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Localizado no Largo do Outeiro, no centro histórico de Freixo de Espada à Cinta, o Museu da Seda e do Território é um espaço vivo de salvaguarda e divulgação da herança cultural e patrimonial do município. O museu dá a conhecer todo o ciclo da seda, desde a criação do bicho-da-seda até à tecelagem manual, e preserva as memórias, os saberes e as técnicas tradicionais que marcam a identidade da região. Além do núcleo dedicado à manufatura artesanal da seda, o espaço integra o estudo e a interpretação do território, do seu património arqueológico e das suas gentes. LER + |
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| LOJA DO MUSEU DO DOURO Veja as novidades de novembro na loja do Museu do Douro. VER + |
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| A “NOVA” SALA DE TRIBUNAL VER + |
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| | WINE BAR DO MUSEU DO DOURO VER + |
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