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Destaque para o artigo de Mélanie Roustan (museu nacional de história natural/Paris) e Anne Monjaret (CNRS, centro nacional para a pesquisa científica/ Paris): “A Palace as legacy: The former French colonial museum – perspectives from the inside”, publicado no Journal of Material Culture (2017, Vol. 22 (2), pp. 216-236 – DOI: 10.1177/1359183517704550 /SAGE).
Num sentido mais restrito, este artigo até poderá contribuir para a discussão que recentemente ocorreu em Portugal a pretexto dos símbolos coloniais da Fonte em frente aos “Jerónimos” em Lisboa, e outros. Num sentido mais lato, o artigo mostra (mais uma vez) a necessidade de separar conceptualmente “Objeto”, “Uso”, e “Valor/Significado” para se compreender o Património. Em suma, a necessidade de substituir «museologia» por Patrimologia. Para ser possível captar o contributo deste artigo que questiona a relação entre a perenidade do Objeto face à efemeridade das Interpretações. Uma mudança que lentamente está a ser perpetrada, como tenho aqui referido várias vezes. E que atualmente perpassa por Pessoas oriundas das seguintes trinta e cinco instituições:
Pedro Manuel-Cardoso |
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