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Insisto. E repito.
Façam enquanto há tempo.
Na mensagem n.º 21077, “Mudar de Casa… sem esquecer o Património II” (30/03/2020), para responder aos novos desafios da
Gestão do Património e dos Museus, propus um novo
espaço/departamento de trabalho. O qual, doravante, se devia constituir como parte intrínseca de todos os projetos museológicos e patrimoniais. Composto por sete salas, com os seguintes nomes, para os quais são necessárias as respetivas qualificações: “1.
Robotic Engineer, 2.
Robotic Controler, 3. Research Develop, 4. Code Tec, 5. Build Control, 6.
Create-Edit, 7.
Present-Share”.
No
Pós-COVID serão muitos desempregados, cujas empresas não voltarão a funcionar, e outras terão que mudar os processos tecnológicos de produção.
A proposta que sugiro é a seguinte:
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Aproveitem parte desses desempregados para dotarem os
Museus e as outras Instituições Responsáveis pelo Património dessa modernização tecnológica que referi na
mensagem n.º 2107 de 30março2020.
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A DGPC, juntamente com os Ministérios da
Segurança Social e da Educação, fá-lo-ia através de um Programa de Formação e Emprego no Património Cultural (cujo
Regulamento estipulará o tipo de candidatos, a duração, as condições e a remuneração) a lançar até ao próximo mês de junho 2020, e financiado com os recursos do Orçamento de Estado Complementar.
Transformem o problema numa oportunidade. Acrescentem valor ao futuro do Património.
Pedro Manuel-Cardoso
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