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CONFERÊNCIA | 20h00
O Infante das Sete Partidas, por Maria Helena da
Cruz Coelho Entrada livre
CEIA | 20h30
Leituras dramatizadas, pela Companhia Viv’Arte, que decorrerão
em três momentos:
1. Rui de Pina relata, na crónica d’el Rey D. Afonso
V, a índole do Infante D. Pedro. Percorrendo o espaço, D. Pedro e D.
Henrique, caminham juntos, conversando;
2. Leitura da Carta de Bruges, na voz do Infante D.
Pedro e do Príncipe D. Duarte. A pedido de seu irmão, D. Pedro, aconselha o
futuro rei;
3. Narrativa na qual se faz a descrição das bodas de D.
Duarte e onde nos apercebemos da graciosidade do Infante D. Pedro.
Estas representações serão enquadradas por uma pequena
mostra de armas, por dois cavaleiros da casa do Infante D. Pedro, bem com
música e dança palaciana.
Ementa
À mesa | Amêndoas descascadas, figos do
Algarve, uvas passadas, tâmaras e confeitos.
Primeira iguaria | Pastéis de carne, Pastéis de
pombinhos, Vinho formiguento.
Segunda iguaria | Pão alvo, “Boldroegas” com
espinafres, Vinho branco.
Terceira iguaria | Galinha mourisca,
Vinho
vermelho.
Manjares de leite e conservas | Tigelada e perada,
Malvasia
Inscrições:
Presencialmente,
na Casa Municipal da Cultura, à Rua Pedro Monteiro – Coimbra; telef.
239702630
Preços:
15,00€
– geral
7,50€
– crianças dos 6 aos 12 anos
Gratuito
– crianças até aos 5 anos
Lotação:
35 pessoas
Informações:
Telef. 239702630
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A Câmara Municipal de Coimbra
promove, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, a
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (mestrado em História da
Alimentação: fontes, cultura e sociedade) e o Projeto DIAITA – Património
Alimentar da Lusofonia, uma iniciativa que alia a escrita à gastronomia.

CONFERÊNCIA | O Infante das Sete Partidas
O infante D. Pedro, filho de D. João I e de D. Filipa de
Lencastre, foi educado numa corte culta, religiosa, cavaleiresca e de
aparato. Era por isso um homem com cultura, que dominava o latim, e que
escreveu mesmo um tratado de moral e política, a Virtuosa Benfeitoria. Viajou pelos reinos da cristandade,
colhendo fama para si e para o reino de Portugal. Foi duque de Coimbra e
mesmo regente do reino, o que acabou por ditar o seu
trágico fim. A mesa era para ele uma escola da corte e os seus paços
abriam-se aos seus vassalos e convivas em serões, festas e banquetes, na
manifestação da sua magna liberalidade e requintada cortesania.
Maria Helena da Cruz
Coelho/Professora Catedrática da FLUC
PROGRAMAÇÃO
[2015]
27 fevereiro |
Infante D. Pedro, por Maria Helena da Cruz Coelho, FLUC
27 março | Gil Vicente, por José Augusto
Bernardes, FLUC
24 abril |
Caio Sévio Lupo, por Carmen Soares, FLUC
29 maio |
Padre António Vieira, por José Pedro Paiva, Diretor da FLUC
26 junho |
Miguel Torga (Decorre, excecionalmente, na Casa-Museu Miguel Torga, no
âmbito da evocação dos 20 Anos do desaparecimento do médico/escritor).
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